Estação Tucuruvi.
Cheguei as 3 horas da tarde na estação Tucuruvi, fiquei surpreso com o número de pessoas andando na estação todas carregando presentes para o dia das crianças a estação, na parte da plataforma, parece muito com as outra, subterrânea e feito de concreto a mostra, subi uma escada rolante e tive acesso à saida a qual dava numa avenida, muito movimentada, cheio de pontos finais de ônibus como um terminal. Achei um lugar onde tem enormes janelas de vidro e bancos de concreto para escrever,e nesse banco várias pessoas sentam apenas para descançar alguns minutos e depois saem apressadamente, na frente do banco onde estou tem outra janela com bancos e , no meio, um corredor com acesso para deficientes, sempre as pessoas que saem estão mais apressadas e elas saem em grandes blocos humanos, daqui do banco vejo um enorme número de camelôs que estão vendendo seus produto, principalmente água e refrigerantes. Eu escrevo e só vejo o vulto e escuto os passos das pessoas passarem na minha frente. Por alguns instantes não passa ninguem somente se vê as pessoas sentadas e ao seus lados malas e pacotes. Do meu lado um velho fuma um cigarro, posso sentir o cheiro.
De repente um grande número de pessoas saindo, fazendo os camelôs gritarem para anunciarem seus produtos. Agora vejo os seguranças do Metrô carregando cacetetes, e parecem conhecer muito bem a cena, leêm juntos uma publicação impressa.
Um velho toma um sorvete de coco parado no meio de uma multidão dá, as vezês, uma discreta tossida,
Passa um senhor de um 60 anos carregando um violão na sua cara tava marcada a fisionomia do Paulinho da Viola.
Essa foi uma estação que beneficiou muita gente, pois a população é muito grande e incrementou muito o comércio.
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